Ademar Gonçalves, de 54 anos, foi morto com golpes na cabeça e achado dia 27
O caseiro Ademar Gonçalves, de 54 anos, foi encontrado morto no Sítio Jerivá no dia 27 de julho, às 13 horas. Seu corpo estava sob uma cama, já em decomposição, e havia dois furos em seu rosto, indicando ter sido assassinado. Da casa onde ele morava desapareceram um DVD, um celular e uma espingarda calibre 28, indicando provavelmente a ocorrência de latrocínio (roubo seguido de morte). A Polícia Civil está investigando o homicídio.
Alceu Grassi, de 51 anos, retireiro do sítio, disse ter ido à casa onde Ademar morava porque o mesmo havia faltado ao serviço alguns dias. Alceu foi em companhia do cunhado de Ademar. Entraram na casa e viram os pés do caseiro sob uma cama. Ao puxarem a cama para o lado perceberam que ele já estava não apenas morto como também o corpo apresentava sinais de decomposição. A filha de Ademar, Maria Aparecida Gonçalves, de 34 anos, foi chamada e constatou a falta dos objetos roubados. Um gargalo de garrafa de cerveja foi achado no local, tendo sido usado, provavelmente, como arma para o crime.
Quatro dias
O delegado Benedito Antônio Noronha Júnior e agentes da perícia técnica da Polícia Civil estiveram no local e fizeram os trabalhos iniciais, que agora estão tendo prosseguimento pelos investigadores locais. Noronha disse ao repórter Silvio José (Difusora/Gazeta) que foram feitos exames necroscópidos no corpo da vítima pelo médico Paulo Zanatta e constatado que o homicídio havia ocorrido havia 4 dias, aproximadamente. O último contato que Ademar tivera com a família ocorreu no sábado, dia 24, data provável do assassinato.
Noronha afirmou ainda que a morte deve ter ocorrido pelas pancadas que Ademar recebeu na cabeça. Quanto ao possível autor ou autores do homicídio, o delegado pediu à população que denuncie, via fone 197, qualquer pista ou suspeita que possa levar os investigadores aos responsáveis pelo crime.